quinta-feira, 19 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
pra ler sem dó !
o blog abaixo reúne ensaios do GRANDE jairo ferreira. lê-lo é de fundamental importância pra nós.
http://cinema-de-invencao.blogspot.com/
sm
http://cinema-de-invencao.blogspot.com/
sm
sábado, 7 de março de 2009
Curta de ficção científica.
Pessoal, muito bacana esse curta e muito bem feito por sinal! Vale a pena ver!
Um abraço!
Um abraço!
quinta-feira, 5 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
Sobre o filme que vimos hoje
Artigo do especialista E. R. Correa
http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/caligari.html
http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/caligari.html
mais uma de jean.
trecho do subtítulo contra a dublagem:
(...) devo dizer francamente que considero a dublagem uma monstruosidade. Uma espécie de desafio às leis humanas e divinas.
como se pode admitir que um homem que possua uma só alma e um só corpo assuma a voz de outro homem, igualmente possuidor de uma alma e um corpo, completamente diferentes? é um desafia sacrílego a dignidade humana. Estou absolutamente convencido de que nas grandes épocas de fervor religioso haveriam de queimar vivas as pessoas que inventaram tamanha idiotice.
____
Renoir fez este desabafo numa conferência em Londres no ano de 1939. Segundo ele, este processo que, ironicamente chama de brilhante, se deu como uma forma de grandes sucessos de outros países ( ingleses e alemães, sobretudo) chegarem aos cinemas franceses sem a necessidade de refilmagem. Se tivesse presente nesta conferência faria o seguinte questionamento ao mestre: Qual seria, então, a melhor forma de assistir aos filmes estrangeiros? São três opções claras e uma nem tanto: a primeira - que obviamente descarto - é o espectador dominar todos os idiomas; a segunda é a dublagem que ele abomina e uma terceira possibilidade lógica é a legenda, método mais comum hoje em dia. Existe, ainda, outra que é voltar a fazer 'filmes mudos'. Aí sim, a integração seria novamente possível, uma vez que o cinema voltaria à 'linguagem pura'. Este era, inclusive, um dos argumentos, talvez o principal, que Chaplin utilizava para negar o 'cinema falado'. Pra finalizar, acho que a melhor maneira de se aproveitar um filme de um país de língua desconhecida [para o espectador] é a dublagem. Perde-se muito da Essência do filme lendo a legenda. Senti isto na pele ontem assistindo Festim Diabólico e este talvez seja um dos melhores exemplos pra ilustrar esta questão: é um filme de muitos diálogos, atuações expressivas e uma câmera inquieta. Quando se prioriza o primeiro, os outros dois, sobretudo o terceiro, são colocados num patamar inferior que a priori deveriam agir harmonicamente (inconscientemente).
Chega de falar!
SM
(...) devo dizer francamente que considero a dublagem uma monstruosidade. Uma espécie de desafio às leis humanas e divinas.
como se pode admitir que um homem que possua uma só alma e um só corpo assuma a voz de outro homem, igualmente possuidor de uma alma e um corpo, completamente diferentes? é um desafia sacrílego a dignidade humana. Estou absolutamente convencido de que nas grandes épocas de fervor religioso haveriam de queimar vivas as pessoas que inventaram tamanha idiotice.
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Renoir fez este desabafo numa conferência em Londres no ano de 1939. Segundo ele, este processo que, ironicamente chama de brilhante, se deu como uma forma de grandes sucessos de outros países ( ingleses e alemães, sobretudo) chegarem aos cinemas franceses sem a necessidade de refilmagem. Se tivesse presente nesta conferência faria o seguinte questionamento ao mestre: Qual seria, então, a melhor forma de assistir aos filmes estrangeiros? São três opções claras e uma nem tanto: a primeira - que obviamente descarto - é o espectador dominar todos os idiomas; a segunda é a dublagem que ele abomina e uma terceira possibilidade lógica é a legenda, método mais comum hoje em dia. Existe, ainda, outra que é voltar a fazer 'filmes mudos'. Aí sim, a integração seria novamente possível, uma vez que o cinema voltaria à 'linguagem pura'. Este era, inclusive, um dos argumentos, talvez o principal, que Chaplin utilizava para negar o 'cinema falado'. Pra finalizar, acho que a melhor maneira de se aproveitar um filme de um país de língua desconhecida [para o espectador] é a dublagem. Perde-se muito da Essência do filme lendo a legenda. Senti isto na pele ontem assistindo Festim Diabólico e este talvez seja um dos melhores exemplos pra ilustrar esta questão: é um filme de muitos diálogos, atuações expressivas e uma câmera inquieta. Quando se prioriza o primeiro, os outros dois, sobretudo o terceiro, são colocados num patamar inferior que a priori deveriam agir harmonicamente (inconscientemente).
Chega de falar!
SM
Filme e Debate no TRT
O cineasta mineiro Helvécio Ratton, o jornalista Misael dos Santos, presidente da Rádio Favela de BH, e frei Beto, frade dominicano reconhecido internacionalmente por sua luta em prol dos direitos humanos, participam na próxima sexta-feira, 6 de março, de mesa redonda no TRT (Avenida Getúlio Vargas, 225 -10º andar) para discutir Cinema e Democracia no Brasil: Imaginário Social, Pluralismo e Liberdade de Expressão.
Os filmes que servirão de mote para o debate Uma Onda no Ar e Batismo de Sangue, de autoria de Ratton, retratam a luta pela democracia e liberdade de expressão durante o regime militar e a luta instaurada por um grupo de cidadãos negros contra a discriminação social em uma favela de Belo Horizonte. Tais lutas, protagonizadas por Misael e frei Beto, contribuíram para formatar os cenários social e político brasileiros revelando o difícil caminho percorrido para a conquista da efetivação do Estado Democrático de Direito no país.
O evento - promovido pela Escola Judicial do TRT da 3ª Região - é aberto ao público interno, como atividade de formação profissional já que será conferido certificado aos participantes e ao público externo que quiser participar do evento. Inscrições pelo telefone 31-3238-7826 ou pelo e-mail aej@trt3.jus.br
Aos interessados em assistir os filmes Uma Onda no Ar e Batismo de Sangue que vão subsidiar o debate, a Escola Judicial comunica que eles serão exibidos em seu auditório (Rua Curitiba, 835, 11º andar) sempre as 18h30m, o primeiro na próxima quarta-feira, dia 4, e o outro, no dia seguinte, quinta-feira, dia 5.
Fonte:http://www.jusbrasil.com.br/noticias/881658/escola-judicial-discute-cinema-e-democracia-no-brasil
Os filmes que servirão de mote para o debate Uma Onda no Ar e Batismo de Sangue, de autoria de Ratton, retratam a luta pela democracia e liberdade de expressão durante o regime militar e a luta instaurada por um grupo de cidadãos negros contra a discriminação social em uma favela de Belo Horizonte. Tais lutas, protagonizadas por Misael e frei Beto, contribuíram para formatar os cenários social e político brasileiros revelando o difícil caminho percorrido para a conquista da efetivação do Estado Democrático de Direito no país.
O evento - promovido pela Escola Judicial do TRT da 3ª Região - é aberto ao público interno, como atividade de formação profissional já que será conferido certificado aos participantes e ao público externo que quiser participar do evento. Inscrições pelo telefone 31-3238-7826 ou pelo e-mail aej@trt3.jus.br
Aos interessados em assistir os filmes Uma Onda no Ar e Batismo de Sangue que vão subsidiar o debate, a Escola Judicial comunica que eles serão exibidos em seu auditório (Rua Curitiba, 835, 11º andar) sempre as 18h30m, o primeiro na próxima quarta-feira, dia 4, e o outro, no dia seguinte, quinta-feira, dia 5.
Fonte:http://www.jusbrasil.com.br/noticias/881658/escola-judicial-discute-cinema-e-democracia-no-brasil
terça-feira, 3 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
eudenovo.
não pude deixar de compartilhar com meu colegas algo extremamente interessante dito por um mestre em 1938. o mestre no caso é jean renoir (filho do pintor impressionista), autor de obras eternas como a besta humana, a marselhesa, a grande ilusão e a regra do jogo [este eu tenho, quem quiser é só falar].
é um parágrafo de uma carta que renoir enviou a um editor enaltecendo a importância de se fazer roteiros originais, pois alguns filmes, segundo ele, num determinado momento, não passavam de representações de peças teatrais:
amo demais o meu ofício para aceitar que esse papel seja reduzido a esse tipo de vulgarização. Admito as adaptações sob a condição que se possa acrescentar alguma coisa, que os autores de filmes tenham a oportunidade de criar sua própria forma de comunicação com o público.
imagino que a verdadeira situação de todo espetáculo dramático é comparável à que reúne, por intermédio do telefone, dois amigos. O autor se encontra de um lado, o espectador do outro, mas em hipótese alguma o autor deve se comportar como mera telefonista.
é um parágrafo de uma carta que renoir enviou a um editor enaltecendo a importância de se fazer roteiros originais, pois alguns filmes, segundo ele, num determinado momento, não passavam de representações de peças teatrais:
amo demais o meu ofício para aceitar que esse papel seja reduzido a esse tipo de vulgarização. Admito as adaptações sob a condição que se possa acrescentar alguma coisa, que os autores de filmes tenham a oportunidade de criar sua própria forma de comunicação com o público.
imagino que a verdadeira situação de todo espetáculo dramático é comparável à que reúne, por intermédio do telefone, dois amigos. O autor se encontra de um lado, o espectador do outro, mas em hipótese alguma o autor deve se comportar como mera telefonista.
apropriemos do que é bom.
todos os amantes do cinema quando se deparam com filmes que despertam todas as curiosidade/ sençasões e que perpassam a'projeção' necessitam, de alguma forma, compartilhar pensamentos, idéias e sensações sobre a obra. Por isso coloco abaixo sites de críticos/ ensaístas/ pensadores de cinema (no mais alto grau de complexidade que este termo possa atingir) como um meio (ou um dos) de se estender a reflexão para além do que se vê (com o perdão do plágio rsrs).
Alguns deles:
http://www.filmespolvo.com.br/ (de belo horizonte)
http://www.contracampo.com.br/ (maior referência)
http://www.revistacinetica.com.br/
http://www.revistapaisa.com.br/
Blogs:
http://olhoslivres.zip.net/ (Carlos Reichenbach)
http://cantodoinacio.blogspot.com/ (Inácio Araújo - Folha SP)
http://anotacoescinefilo.com/ (Filipe Furtado)
existem muitos outros. mas é só linkar apartir destes.
abraço, meus caros !
samuel marotta.
Alguns deles:
http://www.filmespolvo.com.br/ (de belo horizonte)
http://www.contracampo.com.br/ (maior referência)
http://www.revistacinetica.com.br/
http://www.revistapaisa.com.br/
Blogs:
http://olhoslivres.zip.net/ (Carlos Reichenbach)
http://cantodoinacio.blogspot.com/ (Inácio Araújo - Folha SP)
http://anotacoescinefilo.com/ (Filipe Furtado)
existem muitos outros. mas é só linkar apartir destes.
abraço, meus caros !
samuel marotta.
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